Março

Cientifica-te! | Publicação de Março


As feridas fazem parte do dia-a-dia dos enfermeiros e assumem-se como frequentes na prática de cuidados de Enfermagem, sendo uma das condições clínicas mais investigadas e na qual se desenvolve uma prática baseada na evidência de forma mais acentuada e visível. Contudo, os cuidados prestados nem sempre se centram na pessoa e nas implicações que o compromisso da integridade cutânea tem na sua vida. É importante avaliar a pessoa com ferida de uma forma multidimensional e considerar todas as suas vertentes.

Uma das dimensões mais exploradas neste âmbito é o risco de infeção. O que podemos fazer, enquanto futuros enfermeiros, para prevenir a infeção da ferida? De que forma a podemos gerir e de que recursos necessitamos? O artigo “Identifying and managing wound infection in the community”, de Leah Rutter, publicado no British Journal of Community Nursing, é uma fonte que te sugerimos para aprofundares os teus conhecimentos sobre esta temática. Clica aqui para saberes mais: LINK

E abril é o mês da 4ª Edição das Jornadas de Feridas da Associação de Estudantes da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa (AEESEL), um evento com apoio científico da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa e da Sociedade Portuguesa de Feridas (ELCOS) que se realiza nos dias 6, 7 e 8 de abril, em Lisboa, e que incide na temática da ferida complexa. Não faltes!

“A large proportion of community wound care consists of managing chronic wounds. Given the increasingly complex patient comorbidities, early identification and treatment of wound infection can impact greatly not only on wound healing but also on the patient physically, psychologically and socially. Identifying wound infection can be challenging for clinicians, particularly in the chronic wound where infection may not always present itself as it does in acute wounds. The management of infected wounds can be complicated. Managing multiple symptoms and recognising these as being due to infection is not always straightforward and relies on the practitioner’s knowledge and skills. An understanding of more commonly used antimicrobial treatments and when to employ these is paramount in enabling the practitioner to provide care that is effective, evidence based and cost efficient.”